sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

creepypastas: pesadelos (especial de sexta feira 13)

  Você acorda no meio da noite com algo te cutucando. Você levanta e vê que era a sua filhinha.
   "olá, meu anjo", diz você, "algum problema?"
  "eu tive um pesadelo, papai" diz ela.
   você suspira, já acostumado, diz, " você quer subir na cama e me contar sobre ele?"
   "Não, papai", ela responde, " porque no pesadelo, quando eu contei do pesadelo pra você, a coisa que veste a pele da mamãe te matou."
    Você começa a tremer e a suar, e de repente, os cobertores ao seu lado começam a se mexer...

creepypastas: the happy puppet syndrome (a sindrome do marionete feliz) (especial de sexta feira 13)

Era pra ser simples, nós achávamos. Pegue um pouco de cromossomos, os corte, os coloque lá e uau, o ser humano perfeito. Ainda não tenho certeza do que deu errado. Talvez um erro de cálculo, ou algo além do nosso controle, quem vai saber ?

 Nós (eu e alguns colegas psicólogos) estávamos intrigados com as emoções humanas. Raiva, emoção, euforia, desespero. Seria possível bloquear a mente em apenas uma emoção? bloqueá-la em um estado de completa euforia? de modo que nenhuma tristeza ou raiva ofusque seu pensamento? teoricamente, sim.

Não vou descrever os procedimentos de nossas experiências, tanto porquê não quero que você as repita, quanto porquê não quero que você enlouqueça. As coisas terríveis que fizemos. Eramos ambiciosos, jovens, nada poderia nos deter nem ninguém poderia nos dizer que estávamos errados. Tudo o que vou dizer é que pegamos algumas células tronco e as alimentamos em fetos. O experimento foi chamado de "the angel man project" e o objetivo era criar um ser que sentisse apenas felicidade, mas algo deu errado.

 Metade das cobaias morreram inesperadamente, sem aviso prévio ou causa justa. A metade restante em sua maioria nasceram horrivelmente desfiguradas. 3 nasceram bem, perfeito, pensamos. Um ser humano com capacidade mental superior à qualquer outro, devido a seu estado de euforia constante.
Eles eram perfeitamente normais até os dezoito meses de idade. Foi quando apareceram os  primeiros sintomas. Falta de equilíbrio, dificuldade para dormir e comer, baixa capacidade de resposta. No fundo, estávamos todos em pânico, mas por fora, permanecemos calmos e continuamos o projeto. Devíamos ter parado ali, pego as cobaias e as sacrificado e então queimado e fechado o laboratório, mas continuamos.

As coisas só pioraram. Os movimentos deles se tornaram cada vez mais esporádicos e eles ainda não poderiam proferir palavras, embora pudessem rir e faziam isso muitas vezes. Muito frequentemente. Não um riso feliz, mas quieto, quase que um sorriso nervoso e constante. Não importava quanta dor era infligida sobre a cobaia, ela simplesmente te encarava e ria, como se estivesse zombando de você, chamando de fútil suas tentativas de a prejudicar. 

Esperávamos que as cobaias tivessem capacidade extra de aprendizagem, mas ocorreu o contrário. O desenvolvimento mental delas era severamente atrasado. Elas não conseguiam prestar atenção em algo por mais de alguns minutos antes de cair na risada. Mas continuamos, esperando que estes sintomas sumissem conforme as crianças ficassem mais velhas. Demos um nome para os sintomas, "the happy puppet syndrome", pois os movimentos irracionais das crianças faziam parecer que elas eram fantoches em corda.

 5 anos no projeto e percebemos que não havia esperança. Não aguentávamos mais o riso incenssante das crianças, como se elas soubessem de algo que não sabemos. Ver uma criança rir histéricamente se contorcer esporadicamente é uma coisa assombrosa. Dois dos meus colegas já tinham saído porque não aguentavam mais. Eu nunca mais ouvi falar deles depois disso, provavelmente estão mortos

 As crianças não tinham falado por 5 anos. Apenas riam sua risada condenada. Entramos para dar o café da manhã a eles e eles nos olharam com seus olhos enormes, contraindo-se, rindo e sem dizer nada. Deixamos a refeição na frente deles e saímos. A comida estava com toxinas que iriam mata-los em silêncio e sem dor. Era algo doloroso a se fazer, mas tinha de ser feito. Mas não era tão simples.

Um dos meus colegas colocou uma bandeja de comida na frente de um dos garotos, o riso parou. O menino olhou para meu amigo, de repente seus olhos ficaram escuros e ele muito sério.

 Eles continuaram a olhar para ele e se contorcerem por um tempo. Meu amigo estava em choque e não se moveu. Eu e meus olégs estávamos com caneta e bloco de notas, prontos para escrever. De repente, meu amigo caiu de joelhos, segurando a cabeça e gritando furiosamente. Ele pareia sentir muita dor. Meus colegas e eu estávamos tão surpresos, não pudemos fazer nada, apenas assistir, ele caiu no chão se contorcendo e gritando palavrões. Ele s bateu violentamente algumas vezes, e depois ficou quieto

 Segurei o impulso de passar mal, com mais sucesso que alguns de meus colegas. Algo sobre isso não era normal. Uma presença negra que parecia uma torre sobre nós. Imediatamente selamos a entrada. O menino parou, olhou para a porta, e riu. Ele caiu, se contorcendo e rolando de rir loucamente. Os outros dois fizeram o mesmo. Após alguns minutos o ajuste parou e eles se  levantaram ainda se debatendo, ainda rindo.

 As luzes se apagaram. Eu ouvi batidas, vidro quebrando, gritos. A coisa mais terrível de todas, foram os sussurros assombrosos, junto ao riso silencioso. Quando as luzes se acenderam, as cobaias haviam desaparecido. Dois dos meus colegas estavam inconscientes ao meu lado, seus corpos estavam torcidos em ângulos estranhos e com sangue escorrendo de suas bocas. No início, eles pareciam estar mortos. Eles não mostravam sinais vitais. Mas eu me inclinei um pouco e ainda podia os ouvir rindo, ainda que lentamente. Fui examinar meu amigo. Sem pulso, sem respiração, mas eu ainda podia ouvi-lo rindo baixo.                                                                                                                                                                           Embora as cobaias tenham sumido, eu ainda sentia como se algo me observasse, algo que estava apenas na borda da mnha visão, mas que eu nunca seria capaz de ver.

Eu e um colega restante fechamos tudo imediatamente. Antes de sair, destruímos nossa pesquisa e bloqueamos o laboratório. Perdi a comunicação com meus colegas. Presumo que esteja mortos.

Ainda me sinto vigiado. Ainda ouço o riso, o sussurro, nos meus sonhos e as vezes quando estou acordado. Quando isso acontece, eu corro. Eu me levanto e saio de qualquer lugar que eu esteja. Não sou capaz de ficar num mesmo lugar mais que alguns dias por causa disso.

Isso se espalhou. Outras crianças foram vistas com sintomas semelhantes. Eu não faço a menor ideia de como isso se espalhou, não era pra ser algo que se espalha. Alguém em algum lugar fez algo sobre a disjunção do cromossomos 5, que manteve as pessoas felizes e no escuro, por agora. A doença foi chamada de "síndrome de angelman". Até agora os surgimentos não foram perigosos, mas eu sei que os originais ainda se escondem em algum lugar.

Sei que eles vão vir atrás de mim, sei que vão me encontrar, aceito isso, é o que recebo por mexer na natureza. Deixo esta carta como um aviso. Eles estão indo atrás de você também. Estão indo atrás de todos nós. Se alguma vez vc ouvir sussurros, risos á beira do seu ouvido, corra. Se alguma vez você sentir que há algo na borda da sua visão que você não consegue ver, simplesmente corra.

Além disso, vou lhes avisar isso:

1) Não mexa com o que não é seu.

2) Mesmo os anjos, podem ser demônios disfarçados.

3) Não venha até mim. Sou tão bom quanto morto.

Este manuscrito foi encontrado em um laboratório abandonado e escondido no fundo de uma floresta no Alasca. O laboratório consistia em uma sala de observação e uma de contenção. A sala de contenção foi bloqueada, e o aboratório inteiro parece ter pegado fogo de um ponto. Vestigios de sangue foram encontrados após o quarto de contenção ser violado, e uma janela foi quebrada. A natureza exata deste laboratório é ainda desconhecida.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Creepypastas: Sr Bocalarga

     Olá leitores! sejam bem vindos à segunda creepypasta da nossa serie mensaL. Lembrando que elas serão postadas todo dia 13 de cada mês, e quero pedir desculpas pelo atraso da creepy do mês, mas é que meu PC está com um defeito e eu estava estudando para uma prova. E, sem mais delongas, vamos à creepy do mês:

      " Durante minha infância, minha família era como uma gota d'água em um grande rio, nunca ficava no mesmo lugar por muito tempo. Nós nos estabelecemos em Rhode Island quando eu tinha 8 anos, e lá ficamos até eu entrar parna uma faculdade em Colorado Springs. A maioria das minhas memorias estão enraizadas em Rhode Island, mas existem fragmentos no fundo do meu cerebro que pertencem a varias casas em que vivemos quando eu era muito mais novo.
          
     A maioria destas memórias são sem sentido e não estão claras- perseguindo outro garoto no quintal de uma casa na Carolina do Norte, tentando construir uma jangada para flutuar no lago atrás do apartamento que alugamos na Pensilvânia, e por aí vai. Mas tem esse conjunto de memórias que eu me lembro claro como água, como se tivesse acontecido ontem. Eu constantemente fico divagando se essas memórias não foram apenas sonhos lúcidos produzidos por uma longa gripe que tive naquela primavera, mas no fundo do meu peito, sei que são reais.
     
     Nós estávamos vivendo em uma casa nos arredores da metrópole de New Vyneard, Maine, população 643. Era uma estrutura larga, principalmente para uma família de 3 pesssoas. Havia alguns quartos nos quais eu nem sequer tinha entrado ainda nos 5 meses em que morávamos lá. De certa forma era desperdício de espaço, mas era a única casa disponível no mercado naquela época, pelo menos era a uma hora de distância do trabalho de meu pai.

     No dia depois do meu quinto aniversário (com presença apenas dos meus pais), fiquei com febre. O médico disse que eu tinha Mononucleose, o que significava nada de brincadeiras pesadas e mais febre por pelo menos mais três semanas. Foi horrível ficar de cama- estávamos no processo de empacotamento das nossas coisas para nos mudarmos para a Pensilvânia, e a maioria das minhas coisas já estavam empacotadas em caixas, deixando meu quarto vazio e desconfortável. Minha mãe me trazia ginger ale (refrigerante local) e livros várias vezes por dia, e essas coisas tiveram a função de ser minha forma de entretenimento pelas semanas seguintes. O tédio vinha sempre me atormentar, esperando os momentos certos para me atingir e piorar mais ainda minha miséria.

    Eu não me lembro exatamente como conheci o Sr Bocalarga, eu acho que foi tipo uma semana depois de eu ter sido diagnosticado com mononucleose. Minha primeira memória da pequena criatura foi perguntar se ele tinha um nome, ele me disse para chamá-lo de Sr Bocalarga, pois sua boca era larga. De fato, tudo nele era largo em comparação ao corpo dele- a cabeça, olhos, orelhas pontudas- Mas sua boca era de longe a mais larga.

   " Você parece um furby." eu disse enqunato olhava um dos meus livros.
   " O que é um furby?" perguntou ele.
   Eu encolhi os ombros. "Você sabe... o brinquedo. O pequeno roô com grandes orelhas. Você pode criá-lo  e dar comida, como se fosse um bichinho de verdade."
   "Ah." Resmungou ele. " Você não precisa de um desses, não é a mesma coisa que ter amigos de verdade."

   Eu lembro do Sr Bocalarga desaparecendo toda vez que minha mãe vinha dar uma olhada em mim."Eu me escondi embaixo da sua cama."Explicou  ele. "Eu não quero que seus pais me vejam porque tenho medo de que não nos deixem brincar juntos de novo."

   Não fizemos muitas coisas nestes primeiros dias. O Sr Bocalarga apenas olhava meus livros, fascinados pelas histórias e leituras que eles continham. Na terceira ou quarta manhã depois de eu conhecê-lo, ele me saudou com um largo sorriso no rosto. "Eu tenho um jogo que nós podemos jogar." Disse ele. "Mas seus pais não podem nos ver jogar. É um jogo secreto."

  Depois que minha mãe me entregou mais livros e  refrigerante, Sr Bocalarga saiu de baixo da minha cama e puxou minha mão. " Nós temos de ir pro quarto no fim do corredor." Ele disse. Eu protestei de início, pois meus pais haviam me proibido de sair da cama sem a permissão deles, mas Sr Bocalarga persistiu até eu ceder.

  O quarto em questão não tinha móveis ou papel de parede. Seu único traço característico era a janela em frente à porta. Sr Bocalarga disparou pelo quarto e abriu a janela com um puxão firme. Então me chamou para olhar o chão lá embaixo.
 
   Nós estávamos no segundo andar da casa, mas era sobre uma colina, e por esse ângulo a queda era mis longa do que o esperado pela inclinação. "Eu gosto de brincar de fingir aqui em cima,'' o Sr Bocalarga explicou. "Eu finjo que tem um grande e fofo trampolim embaixo da janela. Se você finjir bem forte você quica de volta pra cima bem alto. Eu quero que você tente."
  
   Eu era um menino de 5 anos de idade e febril, então apenas um pouquinho de ceticismo passou pela minha mente enquanto eu olhava para baixo e considerava as possibilidades. "É uma queda muito alta," comentei.

  " Mas é tudo parte da diversão," ele disse. "Não seria divertido se fosse uma queda curtinha, se fosse assim você poderia muito bem pular de um trampolim comum."

  Eu brincava com a ideia na minha cabeça, imaginando-me cair através do vento frio para então quicar em algo invisível a olhos nus de volta no ar e voltar para a janela. Mas o realismo prevaleceu em mim. "Talvez outra hora," eu disse, "acho que não tenho tanta imaginação assim. Eu posso me machucar".

  O rosto dele se contorceu em um rugido, mas apenas por uns segundos. A raiva deu lugar ao desapontamento. " Se você diz..." ele disse. Passou o resto do dia debaixo da minha cama, calado feito um ratinho.

   Na manhã seguinte o Sr Bocalarga chegou segurando uma pequena caixa. "Eu quero te ensinar malabarismo," ele disse, "aqui estão algumas coisas que você pode usar para praticar antes que eu comece a te dar lições.''
 
   Eu olhei a caixa, estava cheia de facas. 'Meus pais vão me matar!" eu gritei, horrorizado. ''Eles vão me bater e me deixar de castigo por um ano!"
 
   Ele franziu a testa. "É divertido fazer malabarismo com isso, eu quero tentar." Disse ele.

  Eu empurrei a caixa para longe. " não posso, vou me meter em encrenca."

  O franzir de testa do sr Bocalarga se tornou uma carranca. Ele pegou a caixa de facas e foi para debaixo da cama. Eu comecei a pensar na frequência com que ele ficava abaixo de mim.

  Eu comecei a ter problemas para dormir com isso. O Sr Bocalarga me acordava no meio da noite, dizendo que ele havia colocado um trampolim de verdade abaixo da janela, que eu não poderia ver porque estava escuro. Eu não cedia, mas ele ficava me persuadindo.

  Ele não era mais tão legal pra brincar.

  Minha mãe entrou no quarto uma manhã e disse que eu tinha permissão para dar uma volta lá fora. Ela pensou que um pouco de ar fresco seria bom para mim, especialmente depois de ficar confinado no meu quarto por tanto tempo. Entusiasmado, coloquei meus tênis e disparei para a porta dos fundos, gritando de alegria por sentir de novo o sol em meu rosto.

 O Sr Bocalarga estava esperando por mim. ''tem uma coisa que quero que você veja." Disse ele. Devo tê-lo olhado estranho, porque ele disse: "é seguro, prometo."

 Eu o segui até o começo de uma trilha estreita que adentrava a floresta atrás da casa. "Esse é um caminho importante." Ele explicou."Eu tenho muitos amigos da sua idade. Quando eles estão prontos, eu os levo pra dentro dessa trilha , para um lugar especial. Você não está pronto ainda, mas um dia espero que esteja."

 Eu voltei pra casa, me perguntando que tipo de lugar podia haver dentro da trilha.

 Duas semanas depois de conhecer o Sr Bocalarga, a última demanda das nossas coisas estavam sendo colocadas em um caminhão de mudança. Eu estaria dentro da cabine daquele caminhão, sentado perto de meu pai pela longa viajem. Eu considerei contar ao Sr Bocalarga que estava partindo, mas, mesmo aos cinco anos de idade, eu suspeitava que a criatura tinha intenções não muito boas, considerando as coisas que me disse anteriormente, então mantive a partida em segredo.

 Meu pai e eu estávamos no caminhão ás 4 da manhã. Ele esperava chegar na Pensilvânia pela hora do almoço do dia seguinte, com a ajuda de uma carga infinita de café e um pacote de energéticos. Parecia mais que ele ia correr uma maratona do que iria passar o dia todo num carro.

 "É cedo o suficiente para você?" perguntou ele.

   Eu acenei e encostei minha cabeça contra o vidro, esperando dormir algumas horas antes do sol nascer. Senti a mão de meu pai em meu ombro. "Essa é a última mudança filho, prometo. Sei que tem sido difícil pra você, por ter ficado tão doente...assim que papai for promovido poderemos sossegar e você pode fazer amigos."

 Abri meus olhos assim que o veículo começou a se mover. Vi a silhueta do Sr Bocalarga na janela do meu quarto. Ele permaneceu em pé sem demonstrar emoção nenhuma no rosto até o caminhão entrar na estrada principal. Então ele acenou com a mãozinha pequena, com uma faca na mão. Não acenei de volta.

  Anos depois, eu retornei para New Vineyard, o pedaço de terra onde antes ficava minha casa agora estava vazio, exceto pelas fundações, pois a casa queimou alguns anos depois de termos nos mudado. Por curiosidade, segui a trilha estreita que Sr Bocalarga havia me mostrado. Parte de mim esperava que ele pulasse de trás de um árvore, me dando um baita susto, mas eu sentia que ele tinha ido embora, de alguma forma amarrado à casa que não existia mais.

  A trilha terminava no cemitério memorial de New Vineyard.

   Eu notei que a maioria dos túmulos pertencia à crianças."

Creditos do texto: blog Sintonia Alcalina:http://sintoniaalcalina.blogspot.com.br/2013/01/creepypasta-sr-bocalarga.html
Creditos da imagem:blog Mundo das Creepypastas:http://mundodascreepy.blogspot.com.br/2013/07/sr-bocalarga.html



E a creepy do mês fica por aqui, pessoal! se gostaram divulguem e sigam o blog, e também curtam e divulgam a página do blog no facebook. E sugiram quais creepypastas vocês querem ver aqui nos próximos meses!
Obrigado por lerem, valeu , falou e até mais...


 
Eu acenei e encostei minha cabeça contra o vidro, esperando dormir por algumas horas antes do sol nascer. Eu senti a mão de meu pai no meu ombro. "Essa é a última mudança, filho. Eu prometo. Eu sei que tem sido difícil para você, por ter estado tão doente... Assim que papai for promovido nó podemos sossegar e você pode fazer amigos."  - See more at: http://sintoniaalcalina.blogspot.com.br/2013/01/creepypasta-sr-bocalarga.html#sthash.QhUmekhh.dpuf

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Creepypastas: smile.dog

  Olá, leitores do blog! tudo beleza com vocês? tem tido muitos pesadelos? estou começando a partir de hoje no blog a postar creepypastas, será uma por mês, todo dia 13, para satisfazer sua fome por terror. Agora, sem mais delongas, vamos á nossa primeira creepypasta: smile.dog. Espero que gostem.

   " Eu me encontrei pessoalmente com Mary E. no verão de 2007. Tinha combinado com seu marido Terence, casado com Mary E. há 15 anos, de vê-la para uma entrevista. No começo ela tinha aceitado, já que eu não era um jornalista, mas sim um escritor amador coletando informações para alguns trabalhos de faculdade e, de acordo com o plano, algumas peças da ficção. Marcamos a entrevista para um final de semana em que eu estava em Chicago, mas no último momento Mary mudou de ideia e se trancou em seu quarto, recusando-se a me encontrar.

     Durante meia hora, fiquei acompanhado de Terence do lado de fora do quarto, escutando e tomando notas enquanto ele tentava, inutilmente, acalmar sua mulher. As coisas que Mary dizia faziam pouco sentido, mas se encaixavam no que eu estava esperando: Embora eu não pudesse vê-la, podia dizer a partir de sua voz que ela estava chorando, e  muitas de suas objeções para conversar comigo estavam centradas em uma diatribe constante em seus sonhos, ou pesadelos.

     Em 2005, quando eu estava no segundo ano, Smile.JPG me chamou a atenção pelo meu interesse crescente em fenômenos da web; Mary foi a vítima mais citada do que é referido como "Smile.dog", como ficou a reputação do Smile.JPG.

     O que despertou meu interesse ( além dos óbvios elementos macabros da cyber-lenda e minha tendência para essas coisas) era a pura falta de informação, já que normalmente as pessoas não acreditam que isso exista e que acham que não passa de um boato. É única porque apesar dos fenômenos inteiros centrarem em um arquivo de imagem, esse arquivo não pode ser encontrado na internet; certamente é uma daquelas fotos manipuladas, que aparecem em maior frequência em sites como o image-board 4chan, especialmente o board /x/, focado em atividades paranormais.

   Suspeita-se de que sejam falsos, porque eles não tem o mesmo efeito que o Smile.JPG original teria, ou seja, epilepsia do lobo temporal e ansiedade aguda. Essas reações do espectador é um dos motivos para a fantasmagoria do Smile.JPG ser vista com desdém, uma vez que isso seja absurdo, dependendo de a quem você perguntar, a relutância em reconhecer a existência do Smile.JPG possa envolver medo, não descrença.

    Nem Smile.Jpg, nem Smile.dog são mencionados em qualquer lugar da wikipédia, embora o site apresente artigos sobre outros, talvez shocksites mais escandalosos como gotse (hello.Jpg) ou 2girls1cup; ou qualquer tentativa de criar uma página referente ao smile.JPG seja sumariamente excluída por um dos muitos administradores da wikipédia.

     Encontros com o Smile.jpg são uma lenda na internet. A história de Mary E. não é única; existem rumores não confirmados do Smile.jpg aparecendo nos primeiros dias em grupos de discussões e até mesmo num conto persistente em que, em 2002, um hacker inundou o fórum de humor e sátira something awful com imagens do Smile.dog , fazendo co que todos os usuários do fórum entrassem em epilepsia. Diz-se também que, em meados dos anos 90, Smile.jpg circulou em um grupo de discussões como um anexo de e-mail corrente com o assunto: "SORRIA! DEUS AMA VOCÊ!".

   Mas, apesar da exposição que golpes publicitários geraram, poucas pessoas confessaram ter tido algum tipo de experiência e nenhum vestigio de arquivos ou links foi descoberto. Aqueles que afirmaram ter visto o Smile.dog inúmeras vezes davam a desculpa de estarem ocupados demais para salvar uma cópia da imagem em seu disco rígido.

   No entanto, todas as supostas vítimas ofereceram a mesma descrição da foto uma criatura canina (geralmente descrita como um husky siberiano), iluminado pelo flash da câmera, fica em uma sala escura. O único detalhe visível no fundo é uma mão humana se estendendo da escuridão do lado esquerdo. A mão está vazia, mas é geralmente descrita como "acenando". Naturalmente, a maior atenção é dada ao cachorro (ou criatura canina, como algumas pessoas estão mais certas de terem visto. O focinho da besta é supostamente dividido em um largo sorriso, revelando duas fileiras de dentes fortes, brancos e de aparência humana. Esta não é, naturalmente, uma descrição dada imediatamente após ver a imagem, mas uma recordação das vítimas, que alegam ter visto a imagem infinitamente em sua mente. Na realidade, depois de terem ataques epilépticos.
                          
     Esses relatos continuaram, muitas vezes enquanto as vítimas dormiam, resultavam em pesadelos nítidos e perturbadores.Esses sonhos podem ser tratados com medicamentos, embora, em alguns casos seja mais eficaz que outros. Mary E., eu supus, não estava usando medicamentos.

      Foi por isso que, depois de minha visita a seu apartamento em 2007, eu enviei a noticía a websites, listas de discussões e newgroups voltados a folclores e lendas urbanas na esperança de encontrar o nome de uma suposta vítima de Smile.jpg que se sentisse mais interessada em contar suas experiências. Por um tempo, nada aconteceu e eu finalmente esqueci sobre minhas buscas, desde que eu tinha começado meu primeiro ano na faculdade e estava muito ocupado. No entanto, Mary entrou em contato comigo por e-mail, no inicio de 2008.

     Para:jml@****.com
     De:marye@****.net
     Ass: entrevista do último verão
      
      Querido senhor L.,
       
       Estou incrivelmente desapontada pelo meu comportamento no verão passado,  quando você veio me entrevistar.Espero que você entenda que não era culpa sua, mas s.im dos meus próprios problemas que me levaram a agir daquela forma. Eu percebi que poderia ter lidado melhor com a situação, no entanto, espero que me perdoe. Na época, Eu estava com medo.

      Você vê, por 15 anos sou assombrada pelo smile.jpg. Ele vem a mim em todas a noites, nos meus sonhos. Sei que parece bobagem, mas é verdade. Há uma qualidade inefável sobre meus sonhos, meus pesadelos, que os torna diferente de qualquer sonho real que eu já tive.Eu não posso me mover e nem falar, apenas olhar pra frente, e a única coisa em minha frente é a cena daquela imagem horrível. Eu vejo a mão acenando, e vejo smile.dog. Ele fala para mim.

      Eu pensei por muito tempo nas minhas opções. Eu poderia mostrá-lo para um estranho, um colega de trabalho... para Terence, mas a ideia me repugnava. E o que aconteceria? bem, se smile.dog mantivesse sua palavra, eu conseguiria dormir. No entanto, se ele mentisse, o que eu faria? e quem iria me garantir qu não aconteceria algo pior, se eu fizesse como a criatura pediu? então não fiz nada por 15 anos, embora mantivesse o disquete escondido entre minhas coisas. Todas as noites, durante 15 anos, smile.dog veio a mim em meus sonhos e me pediu para espalhar a palavra. Por 15 anos, eu estava forte, embora tenha tido momentos difíceis. Muitos dos meus colegas do board BBS - onde encontrei smile.dog pela primeira vez - pararam de postar, ouvi que alguns cometeram suicídio, enquanto outros apenas permaneceram em silêncio, simplesmente desaparecendo da web. São estes com quem me preocupo mais. Eu espero sinceramente que você me perdoe, sr. L, mas n verão passado quando você contatou a mim e meu marido para a entrevista eu estava quase perdendo a cabeça. Eu ia te dar o disquete. Eu não m preocupava se o smile.dog estava mentindo ou não, eu só queria qua acabasse. Você era um desconhecido, e eu pensei que não me sentiria culpada quando você levasse parte do disquete como parte da sua pesquisa e selasse seu destino.Mas antes que você chegasse eu compreendi o que estava fazendo: estava planejando arruinar sua vida.

   Eu não podia fazer isso. Estou envergonhada, sr.L, e espero que esse aviso possa fazê-lo desistir de encontrar smile.dog. Com o tempo você pode encontrar alguém se não mais fraco do que eu, mais depravado, alguém que não hesitará em seguir as ordens de smile.dog.
  Pare enquanto ainda é tempo.

   Sinceramente,

   Mary E.

    Mais tarde naquele mesmo mês Terence me informou que sua esposa havia se matado. Enquanto limpava as coisas que ela havia deixado, fechando contas de e-mail e coisas do tipo, ele encontrou a mensagem descrita acima. O homem pedia desesperadamente que eu ouvisse o alerta de sua mulher. Ele me contou que encontrou o disquete e o queimou até que se tornasse apenas um monte de plástico derretido. O que mais me intrigou, no entanto, foi ele ter dito que a pilha tomou a forma de algum animal. Admito que tinham me faltado palavras, no começo achei que o casal estava fazendo algum tipo de piada comigo, mas uma olhada rápida nos obituários de Chicago confirmaram tudo. Mary E. estava morta. O artigo, no entanto, não citava suicídio.
 
  Então decidi não perseguir mais smile.dog, pelo menos por enquanto, já que meus exames de meio de ano estavam se aproximando. Mas a vida tem maneiras estranhas de nos testar. Quase umm ano depois de meu encontro com Mary E., eu recebo outro e-mail:

Para:jml@****.com
De:elzahir82****com
 Ass: Smile

 Olá
Encontrei seu e-mail num fórum e seu perfil dizia que você está interessado no smile.dog. Eu já o vi e não é tão assustador como todos dizem. Estou lhe enviando em anexo. Apenas espalhando a palavra

 : )

  A última linha me deixou arrepiado.
 Havia um arquivo em anexo:smile.jpeg. Fiquei indagando em abri-lo por algum tempo. Certamente
 deveria ser um fake, e mesmo que não fosse eu ainda não estava convencido do poder da imagem. A morte de Mary me assustou, é verdade, mas preferi acreditar que ela tinha algum tipo de distúrbio mental. E, além disso, como poderia ser uma simples imagem capaz de fazer aquilo? que tipo de criatura seria essa capaz de levar alguém á loucura somente com o olhar?
   Certamente um absurdo. Mas e se os avisos de Mary fossem verdadeiros? e se smile.dog entrasse em meus sonhos exigindo que eu espalhasse a palavra? eu seria tão forte como Mary, me recusando a colaborar até o último minuto de minha vida? ou simplesmente espalharia a mensagem na esperança de ser poupado? e, se fosse assim, pra quem eu iria mostrá-la?
  Se eu continuasse com meu projeto original de escrever um pequeno artigo sobre o smile.dog, eu poderia anexar a imagem a ele, e quem a visse também seria afetado. Mas, se o smile.dog da mensagem fosse genuíno, seria correto me salvar dessa maneira?
    
  Mary E. era administradora de sistema de um pequeno BBS em Chicago em 1992 quando encontrou pela primeira vez o smile.jpg, que mudou sua vida para sempre.. Ela e Terence estavam casados há apenas 5 meses. Mary foi uma das 400 pessoas que dizem ter visto a imagem quando foi postada em hiperlink no BBS, embora seja a única que falou abertamente sobre esse incidente. O resto das pessoas permanece no anonimato ou talvez mortas."

   Abaixo está a foto do smile.dog. Veja por sua propria conta e risco:


 Mas muitos dizem ser esta a verdadeira foto do smile.dog:

E a primeira creepypasta termina aqui, mas não se esqueça que no mês que vem, dia 13, tem mais! se gostou, comente elogiando e diga se você quer ou não que as creepypasts continuem. Divulguem e curtam o blog no facebook.
Créditos da creepy para Medo B:http://medob.blogspot.com.br/2010/12/smiledog-ou-smilejpg.html
Créditos das imagens para:
Predomínio do terror:http://predominiodoterror.blogspot.com.br/2013/01/a-verdadeira-imagem-do-smiledog-o-toto.html
deviantart:http://snook-8.deviantart.com/art/Smile-Dog-364631578
 Obrigado por ler e bons pesadelos.


 Ah, e não se esqueça, espalhe a palavra...